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Reflexão

Você tem confiado?

18 de setembro de 2019 por Maiara Lopes 3 Comentários

“Confie em Deus!” é uma expressão que ouvimos bastante e até proferimos ao próximo quando está passando por momentos difíceis. Mas, pensando profundamente nisso, cheguei à conclusão de que não entendemos o quão complexo é esta ação.

A palavra confiar possui três significados que se encaixam perfeitamente nessa frase, que são:
1 – Crer/Acreditar na verdade das intenções ou palavras de uma pessoa;
2 – Entregar algo aos cuidados de alguém;
3 – Entregar a responsabilidade de um trabalho a outro.

Não é tão fácil quanto fazemos parecer. A todo o momento vemos na Bíblia histórias de pessoas que tomaram a atitude de confiar em Deus e obtiveram êxito (podemos ver o inverso também), mas, será que foi simples assim?

É claro que não.

Note que nas três definições há duas coisas nas entrelinhas que nos esquecemos: confiar exige renúncia e depósito. É muito fácil pegarmos versículos sobre confiança e publicarmos nas redes sociais, como um jargão, só que estamos realmente exercendo isso? Paramos para pensar no contexto desses versículos e em tudo o que os personagens envolvidos abdicaram para chegar ao ápice e dizer: “O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração e fui socorrido; pelo que o meu coração salta de prazer e com o meu canto o louvarei” (Salmos 28.7)?

Para confiar plenamente em alguém precisamos conhecê-la, e é por isso que o salmista diz: “Os que conhecem o teu nome confiam em ti, pois tu, Senhor, jamais abandonas os que te buscam” (9.10). Sempre que escrevo um texto ele segue automaticamente pelo caminho do relacionamento com Deus, porque acredito que tudo se resume a isso e percebo que estamos falhando. O centro da nossa caminhada deveria ser Ele, porém estamos nos perdendo em nossos próprios atalhos. Queremos percorrer rotas diferentes daquela traçada por Deus simplesmente por não enxergarmos a próxima curva – de novo nos esquecemos de que isto se chama dependência.

Lembra-se da renúncia e depósito? É aqui que eles entram. Até falamos em oração que entregamos os nossos planos e projetos a Deus, que queremos ser guiados por Ele, mas será que dizemos sinceramente? Porque na primeira oportunidade, quando algo acontece diferente do que planejamos (ou não acontece), nos entristecemos, de repente a angústia e ansiedade tomam conta do nosso coração e nos vemos desacreditados. Sofremos por escolhas erradas e pela falta de confiança no Mestre.

Disse no início que não é fácil, e não pense que essa dificuldade está ligada a Deus porque é óbvio que não está. Ele é perfeito em tudo o que faz e já deu inúmeras provas de que seus planos são maiores e melhores; o fato dEle não revelar o percurso não invalida o Seu poder, só é um ponto determinante para trabalhar a nossa fé. Essa dependência nos leva a uma intimidade maior.

O grande problema está em nós mesmos. Nós, insignificantes e que pensamos ser autossuficientes. Nós, que queremos desfrutar as bênçãos do caminho desenhado por Deus, mas não queremos trilhar o caminho. Nós, que não queremos renunciar nossas vontades e acreditar que Ele tem o melhor.
Nós. A batalha maior está aqui dentro do nosso coração.

A solução para nossa vida ansiosa está em apenas uma frase, mas não a vivemos.
“Não temas, crê somente!”
Jesus quer que primeiro você creia verdadeiramente em Suas palavras. Em seguida, entregue aos cuidados dEle todos os seus sonhos, projetos, desejos, medos, inseguranças, traumas etc., porque Ele trabalhará por você. Não é algo simples, mas é possível se cultivarmos um relacionamento sincero com Ele – tudo depende da atitude que você vai tomar. Pode escolher pegar atalhos e viver conforme suas vontades ou renunciar a si mesmo e depositar tudo nas mãos do Senhor.  

Quer um conselho? Recorra à Bíblia:
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento.” (Provérbios 3.5)

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CONEXÃO “CULTURAL”: RESENHA – “O PEREGRINO” (JOHN BUNYAN)

13 de setembro de 2019 por Gabrielle Rodrigues Nenhum comentário

“Mui amados, rogo-vos, como estrangeiros e peregrinos…”
1Pedro 2:11 (Bíblia King James)

“Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, foram persuadidos a respeito delas, e abraçaram-nas, e confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.”
Hebreus 11:13 (Bíblia King James)

Você com certeza já ouviu falar desse livro, de um filme com esse título ou de algum jogo com esse nome. Certamente já viu a capa dele no verso de alguma revista da Escola Bíblica Dominical, mas talvez nem deu tanta atenção.

Mas, você sabe do que realmente “O Peregrino” se trata?

Essa bela história foi escrita na Inglaterra durante o século XVII, mais precisamente no ano de 1678, por um pastor batista chamado John Bunyan. Chegou a ser, por vezes, o segundo livro mais vendido do mundo, atrás somente da Bíblia. Tornou-se o livro mais conhecido no meio cristão não somente de fala inglesa, mas de diversas línguas, inclusive na China, onde, clandestinamente, chegou-se a produzir 200 mil cópias que foram distribuídas em três dias, e desde o ano de sua publicação, há mais de três séculos atrás, “O Peregrino” jamais deixou de ser impresso. Trata-se de uma alegoria da vida cristã e uma verdadeira representação de todas as batalhas, conflitos e situações de uma caminhada rumo a Cidade Celestial.

A história começa quando Cristão (sim, esse é o nome do personagem) está perdido, atônito e indo de um lado para outro após ler num livro que a “Cidade da Destruição”, onde ele vivia, seria em breve destruída e que ele precisava sair dali para não morrer. Porque “os céus e a terra que hoje existem estão também preparados para o fogo, reservados para o Dia do Juízo e para a total destruição dos ímpios” (2Pedro 3:7). E esse choque de realidade se assemelha bastante com o processo de conversão, onde todos nós andávamos perdidos e “desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho” (Isaías 53:6), até nos encontrarmos com o verdadeiro conhecimento “da verdade, da justiça e do juízo” (João 16:8). Enfim, depois disso, Cristão deixa a sua família, esposa, filhos e amigos e começa a sua jornada. Pois como está escrito em Mateus 19:29,

“todos aqueles que tiverem deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras, por causa do meu Nome, receberão cem vezes mais e herdarão a vida eterna.”
(Bíblia King James Atualizada)

A saída de Cristão da sua casa e a reação de seus familiares

Cristão começa a andar por um caminho estreito, “porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida” (Mateus 7:14), apontado ao Peregrino por um personagem que recebe o nome de Evangelista, e até certo ponto desse caminho ele carrega um fardo muito pesado em suas costas, que representava todas as suas culpas e angústias por causa da sua antiga vida de pecados, mas depois, já “cansado e sobrecarregado’‘ (Mateus 11:28), ele se livra desse fardo de uma forma maravilhosa e recebe novas vestes!

Cristão e seu fardo, uma das ilustrações do livro de Bunyan

Na caminhada cristã, nos deparamos com vários tipos de pessoas, situações e sentimentos, e cabe a cada um de nós sermos influenciados por elas ou não. Isso acontece também na história do Peregrino. Ele se encontra com diversos personagens com nomes de estereótipos e com muitos lugares bem distintos, como a própria Cidade da Destruição, a Feira das Vaidades, a Montanha da Dificuldade, o Pântano da Desconfiança e o Castelo das Dúvidas, além do gigante chamado Desespero, os vizinhos Obstinado e Vacilante, bem como o Hipócrita e o Formalista.

Cristão no Pântano da Desconfiança, ou Pântano do Desânimo

Mas também há lugares maravilhosos como a esplêndida Cidade Celestial cercada pelos Muros de Salvação. E boas companhias como a do Fiel, que se torna seu irmão durante a caminhada e que é preso e condenado juntamente com Cristão na já citada Feira das Vaidades. Fiel acaba cumprindo sua sina como já estava escrito: “sê fiel até a morte…” (Apocalipse 2:10), mas Cristão continua acompanhado por um amigo chamado Esperançoso.

Se você também gosta de ler histórias com batalhas, nesse livro também temos as inúmeras pelejas entre o Cristão e o Inimigo que tenta constantemente tirar de suas mãos o livro da vida (a Bíblia), o seu “diploma de salvação” que lhe permite entrar na Cidade Celestial e sua chave recebida pelo Evangelista.

Em Efésios 6 nós lemos a respeito da “armadura de Deus”, mas já imaginou como seria andar por aí usando uma armadura? Será que você ficaria como Davi, com dificuldades para andar com ela? Cristão precisava andar assim! Principalmente quando teve que enfrentar um demônio chamado Apoliom num vale conhecido como Vale da Sombra da Morte. E só pôde vencê-lo porque estava usando toda a armadura de Deus que recebera anteriormente. Cristão ainda passa por inúmeras adversidades como acidentes, torturas e chega até quase se afogar. Mas será que Cristão consegue chegar ao seu santo e desejado destino? Bom, isso você pode descobrir lendo o livro, jogando ou assistindo o filme! Boa viagem!

Cristão x Apoliom

Toda a obra usa diversas figuras de linguagem e é contada como se fosse um sonho do próprio Bunyan, voltando-se sempre a extrair dos eventos narrados algum ensinamento bíblico, nos moldes das parábolas bíblicas usadas por Jesus e por diversos profetas do Antigo Testamento, como Isaías (Isaías 5:1-7), Natã (2Samuel 12:1-5) e Jotão (Juízes 9:7-15).


A Palavra nos diz que também somos peregrinos nessa terra, e enquanto estamos no caminho o nosso adversário está “em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pedro 5:8), devemos vigiar pois “aquele que está em pé” deve olhar “para que não caia” (1Coríntios 10:12), esse inimigo, mesmo já derrotado (pelos jovens, inclusive, como disse João: “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno“, 1 João 2:14), continua enfurecido com o fato de ter perdido as almas de simples andarilhos como nós, apresenta todas as suas almas conquistadas anteriormente durante o caminho e parte em busca de outros peregrinos vulneráveis e propícios a serem derrotados – dentre os quais existe uma provável vítima: você! E aí, você está preparado?

“Enquanto aguardas a minha chegada, aplica-te à leitura…”
(1Timóteo 4:13)

Já leu “O Peregrino” antes? O que achou?
Está com vontade de conhecer ou de ler de novo?

Qual o próximo livro que você quer ver aqui no Conexão Umadesb?
Conta aí pra gente nos comentários!

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A origem do Setembro Amarelo: Se você precisar, peça ajuda.

11 de setembro de 2019 por Gabrielle Rodrigues Nenhum comentário

Em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), tivemos início no Brasil das campanhas do Setembro Amarelo como forma de incentivar a importância da prevenção ao suicídio.

Mas por que Setembro Amarelo ?

O mês foi escolhido quando em 2003 a OMS instituiu 10 de setembro, o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Já a cor da campanha foi em homenagem ao jovem americano, Mike Emme.

Mike, tinha apenas 17 anos quando tirou sua vida em 1994. Durante o velório toda sua família comentava como ele era um garoto gentil e cheio de habilidades mecânicas. Sozinho consertou um Mustang 68 e depois o pintou de amarelo.

Durante o enterro, amigos de Mike distribuíram cerca de 500 bilhetes enfeitados com fitas amarelas, trazendo mensagens de incentivo a busca por ajuda.

Em poucas semanas uma pessoa entrou em contato à partir do cartão distribuído no enterro de Mike Emme, gerando repercussão no país e incentivando diversas campanhas de prevenção ao suicídio pelo mundo.

O CVV OFERECE AJUDA 24 HORAS. PARA MAIS INFORMAÇÕES ACESSE: cvv.org.br

https://www.cvv.org.br/ligue-141/

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Milagres entre nós

Verdadeiramente Livre!

5 de setembro de 2019 por Debora Barbara 2 Comentários

Jesus disse: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” João 8:36. Eu creio que a liberdade verdadeira está em Cristo, e você crê nesta Palavra?

Na matéria de hoje, o Conexão traz a história do jovem Alex Junio que foi liberto do tráfico e das drogas e hoje prega a vida e o amor de Deus a toda criatura.

Alex Junio, 23 anos/ Igreja Missão Cristã Elim

O jovem Alex Junio ou Lek (seu nome artístico), tem 23 anos e congrega na Igreja Missão Cristã Elim, em Goiânia, Goiás. Perdeu o pai, Alex Silva, quando tinha apenas 9 meses de idade em uma tragédia. Seu pai defendeu uma mulher que estava sendo agredida na rua, o agressor em questão foi a um bar, voltou com uma faca e o apunhalou no pescoço. Alex Silva não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital. 

“Após a morte do meu pai nós viemos morar com nossos tios-avós e por ser um setor de alta periculosidade, desde cedo tive contato com drogas e para ter contato com drogas, você precisa ter contato com traficantes e esses traficantes eram meus ‘amigos’ de infância”, diz Alex. 

Ele nos conta que a mãe, Silvania Araújo, sempre se empenhou para lhe oferecer o melhor, porém como na época era adolescente e não trabalhava, dependendo exclusivamente do padrasto e da mãe, optou por conquistar as suas próprias coisas de forma equivocada.

Alex adentrou no mundo do crime vendendo maconha, logo evoluiu para a cocaína e depois para o crack. O jovem além de vender também utilizava algumas drogas. “É impossível vender drogas e não usar. A pessoa pode não se viciar a ponto de trocar os bens pela droga, mas usar com certeza usa. A única droga que eu vendia, e que graças a Deus nunca usei foi o crack”, nos conta. 

Alex relata que em uma de suas vendas confiou em um DJ o deixando com uma determinada quantidade de drogas, este alegava que venderia em raves, porém usou tudo e sumiu, deixando Lek com a dívida para trás. E com apenas 16 anos Alex Junio foi jurado de morte. 

“Ele entrou naquele quarto com a força de um Leão, e me mostrou que para ser salvo eu precisava da mansidão de um Cordeiro”

Na mesma noite em que soube que estava sendo ameaçado, ao chegar em casa, Lek sentia muito medo e se refugiou nas músicas do CD, Uma Nova História, do cantor Fernandinho, “se foi intenção do diabo me amedrontar, ele atirou no próprio pé (risos)”, e naquele instante o Espírito Santo começou a agir de forma extraordinária. 

Lek se lembrou de quando uma irmã, da igreja em que congrega atualmente, lhe disse que teve um verdadeiro encontro com Deus após gritar, chorar e clamar com todo o seu coração. 

“Então eu fiz o que ela fez! Gritei por Jesus até Ele se revelar e adivinha? Ele entrou naquele quarto com a força de um Leão, e me mostrou que para ser salvo eu precisava da mansidão de um Cordeiro, não de armas ou aliados no crime. Fui convencido de todos os meus pecados pelo Espírito Santo, nasci de novo naquela madrugada e nunca mais vendi drogas na vida”, testifica Alex.

A dívida foi paga pelo seu padrasto, o tornando livre, “sou livre de todo vício que prendia minha alma.” 

Após sua experiência no quarto com Deus e a música, o jovem optou por criar canais de música no Youtube, porém os primeiros não vingaram até que ele decidiu postar suas músicas autorais e rapidamente atingiu mil inscritos. Atualmente seu canal no Youtube tem alcançado mais de 12 mil vidas. “Antes eu vendia morte, hoje eu prego gratuitamente a vida, em ônibus, terminais, praças; em lágrimas tento expressar a maravilhosa graça de Deus aos perdidos. Antes eu fazia de tudo por dinheiro, hoje faço de tudo para não me prender a ele”, diz Lek.

Seu ministério leva o nome de “Lek” em homenagem ao apelido do pai “Lekin”, do qual tem muito orgulho. “Se uma alma se converter através de minhas canções, assim como uma pessoa foi salva da morte por ele, já valeu a pena”, afirma Alex.

Alex Junio finaliza com uma mensagem para todos nós: 

“Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, todavia, sabemos que quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, pois o veremos como Ele é.” 1 João 3:2

“Não sei se esse versículo é tão forte para você, mas ao meu ver é o versículo mais forte da Bíblia. Tudo que o diabo queria era ser semelhante a Deus, e Deus em seu amor para conosco, quer nos tornar semelhantes a Ele. Sendo assim, tudo que o diabo quer agora é te impedir de ser o que Deus quer que você seja. Se você ainda tem dúvida quanto a sua salvação, fique sozinho em oração e clame ao Senhor de todo coração; peça socorro até chorar, declare que você é pó.

E se Ele não vier? Ele sempre vem. 

Mas não pense que porque você nunca usou drogas ou fez algo tão ruim quanto eu, você é menos pecador, a Bíblia diz que todos pecaram e todos estão destituídos da glória de Deus (Romanos 3:23) e se não nos arrependermos igualmente, igualmente pereceremos (Lucas 13:3) porém… 

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” 1 João 1:9

E que Deus, em Sua misericórdia, ilumine os olhos do vosso entendimento.

Paz do Senhor!”

Quer ter seu testemunho aqui e contar às pessoas o que Deus tem realizado na sua vida? Entre em contato conosco através do e-mail: Jornalconexaoumadesb@outlook.com

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