Ela é abrigo, no sentido literal da palavra. Talvez não tenha sido casa para gerar uma vida, mas fez de seu coração morada de um outro alguém – alguém que não possui seu sangue, porém cada célula do corpo se refaz junto desse amor.

Amor genuíno, que pulsa ardentemente, que vibra e transborda em cada ação – desde as mais pequeninas (como pentear os cabelos de uma criança que a cada dia cresce mais rápido) até às mais profundas (como renunciar algo de que necessita pelo bem estar daquele sorriso que faz tudo valer a pena).

Ela é assim, amor em obras.
É o poema que somente o Autor da vida conseguiria compor. É o sol que aquece o nosso coração nos dias mais sombrios e é a brisa que seca as nossas lágrimas. Ela junta todos os nossos cacos e os coloca no lugar com apena um abraço apertado. Ela se faz presente mesmo quando infelizmente precisa partir e não há nada que diminua a sua dor quando se vê obrigada a dar adeus àquele que ela segurou em seus braços.

Não existe algo que preencha o vazio deixado pela perda, porém, o Autor que escreve cada verso da sua história é o mesmo que entregou o próprio filho e o viu padecer, e Ele diz: “Hey, eu conheço a dor que você sente e tenho o bálsamo certo para o teu coração. Eu estou aqui ao seu lado”.

Quem sabe esse porto seguro chamado “Mãe” já tenha partido da sua vida e, por mais que busquemos palavras de consolo, esse vazio continua aí. Mas, tenho certeza de que se ela pudesse lhe dizer algo neste momento seria: “Eu amo você, minha jóia preciosa!”.

Filhos, desfrutem cada segundo ao lado dessas mulheres guerreiras que se doam por inteiro a vocês. Não perca tempo, porque o tempo não espera. Abrace, beije, peça perdão, converse, honre…

Mães, que a doce presença de Deus aqueça o coração de cada uma. Com eterna gratidão nós dizemos: Obrigada por aceitar a incrível e difícil missão de ser abrigo.

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